ACTAS E CONVOCATóRIAS

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ACTA DA ASSEMBLEIA DE 2005-07-02 DAS ASSOCIAçõES CABO-VERDIANAS DE PORTUGAL

Aos dois dias do mês de Julho de dois mil e cinco no Auditório do Instituto Português da Juventude, no Parque das Nações, pelas dez horas por convocatória da Comissão Instaladora reuniram-se as Associações abaixo indicadas.

A Assembleia iniciou-se pelas onze horas com uma mesa composta pelo Presidente da Comissão Instaladora, A. Rui Machado (Antigos Alunos), pelos Vice-Presidentes, Mário Horta Moreira (Moradores da Apelação) e Mário Lima Moreira (Ass. Caboverdeana) e pela srª Dª Fátima Chantre (OTEC) como secretária. O primeiro perguntou à Assembleia se estavam de acordo em que fossem os quatro a dirigir a reunião o que teve a aquiescência dos presentes.

A Ordem de Trabalhos proposta

foi igualmente aprovada pelo que se deu início à Assembleia.

Em primeiro lugar o Presidente fez um discurso de agradecimento às associações cabo-verdianas em geral pelo seu inestimável trabalho junto das comunidades, trabalho muitas vezes ignorado ou mal conhecido. As visitas recentemente feitas a diversas associações permitiram confirmar, mais uma vez, que com muito esforço, sacrifício e abegnação e apesar da falta de apoios, as associações vêm desenvolvendo um excelente trabalho no seio dos cabo-verdianos residentes em Portugal, abrangendo gente de todas as idades, desde os mais novos aos mais velhos.

Uma das prioridades da Federação deverá ser o desenvolvimento de formas de apoio que permitam às associações mais carenciadas a continuação do seu trabalho.

Em seguida o Presidente explicou a razão da convocação das associações : a Assembleia 2003-09-22 dera um prazo de 6 meses à C. I. para executar um conjunto de 9 pontos. Tendo esse prazo sido já largamente excedido e estando todos eles concluídos à excepção do ponto 9:

"Contactos com a extinta C.I. no sentido de se evitar a divisão da comunidade"

que se revelou impossível de conseguir embora muitas vezes se tenha pensado que se estava próximo.

O Presidente fez então o relato de todas as tentativas de conciliação efectuadas durante ano e meio , junto do Presidente de C. I. demitida, as quais chegaram a envolver pessoas consideradas independentes como o Sr. Rolando Borges, o Sr. Salomão e a Srª Dª Rosa Moniz mas que acabaram sempre por não ter êxito devido à pouca disposição para o diálogo da outra parte envolvida.

O Presidente da C.I. tentou então pessoalmente chegar a um acordo nomeadamente em três encontros, o primeiro na Ass. dos Antigos Alunos, o segundo no Espaço Cabo Verde (envolvendo diversas Ass. como Talude, FASCP e S. Miguel) e o terceiro na sede da ECC-CO mas todas fracassaram perante a recusa da outra parte em assinar um protocolo de colaboração que definisse em termos claros como iria ser o trabalho conjunto a desenvolver. No último encontro a atmosfera de colaboração parecia ter sido conseguida ao ponto de se ter aberto uma conta comum e se ter ido a um notário.

Mas diversas atitudes do seu interlocutor contribuiram para que a desconfiança, progressivamente, se fosse instalando:

Continuando a falar sobre os nove pontos que a Assembleia encarregou a C. I. de exexcutar, o Presidente da mesma informou ainda que já se dispunha de uma sede provisória, no Espaço Cabo Verde, na Travessa do Fala-Só, 9 (telefone 21 342 90 74, e-mail : federacao_cv@hotmail,com ) e que havia a garantia de uma sede definitiva numa zona nobre de Lisboa.

Seguiram-se diversas intervenções (Arlinda Almeida, Fernando Cardoso, Rolando Borges, Alcestina Tolentino, Manuel Correia, Pedro Fontes, Ester Tavares, Maria João, Fátima Chantre, Mário Horta, Luís Fernandes, Mario Moreira, António Furtado, etc.,) que iam todas no sentido de que se devia avançar o mais depressa possível para a escritura da Federação e convocação de eleições dos Corpos Gerentes, havendo apenas duas vozes discordantes. O Sr. Rolando Borges apresentou inclusivé uma proposta para que fosse feita mais uma tentativa no sentido de juntar todas as associações que não mereceu a aprovação da Assembleia.

Passando-se ao ponto 3 da ordem de trabalhos o Sr. Pedro Centeio pediu a palavra para, informar que dado o impasse que se estava a verificar um conjunto de associações tomou as necessárias providências para conseguir que a escritura fosse feita com a maior brevidade possível tendo inclusivé a possibilidade de a realizar num dia de grande significado para todos os cabo-verdianos, o dia da independência de Cabo Verde, 2005-07-05. Nessas circunstâncias convidava todas as associações presentes e ausentes a entregarem a documentação necessária a poderem participar nesse importante acto de constituição da Federação.

A mesa perguntou à assembleia se havia outras propostas mas não houve mais manifestações, muito embora, algumas associações tivessem recebido um memorando da associação atrás referida, com uma sugestão para uma escritura a 2005-09-02, para uma Federação com sede em Oeiras, a qual não mereceu a preferência das Associações presentes. Feita a votação para a escritura a 2005-07-05, houve 25 votos a favor, 1 voto contra, e 1 abstenção.

A C. I. ficou encarregada de informar com toda a urgência todas as associações que quisessem participar na escritura e dar todo o apoio logístico àquelas que tivessem alguma dificuldade.

Alberto Rui Machado
Mario Moreira
Fatima Chantre

Lisboa, 2005-08-14

Associações presentes:

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ACTA DA ASSEMBLEIA DE 2003-09-20 DAS ASSOCIAÇÕES CABO-VERDIANAS DE PORTUGAL

Aos vinte dias do mês de Setembro de dois mil e três no Auditório do Instituto Português da Juventude, no Parque das Nações, pelas quinze horas por convocatória de 14 Associações legalmente constituídas reuniram-se em Assembleia as Associações abaixo indicadas.

A reunião iniciou-se pelas dezasseis horas com uma mesa composta pelo Eng.º A. Rui Machado e pela Dr.ª Ester Tavares. O primeiro perguntou à Assembleia se estavam de acordo em que fossem os dois a dirigir a reunião e perante a aquiescência dos presentes pediu mais um voluntário para a mesa em substituição do Dr. Mário Moreira ausente em Cabo Verde. Acabou por ser o Engº António Joaquim Vera-Cruz.

A sessão começou com o Presidente da mesa apelando à união de todas as associações em torno de uma causa comum e de grande interesse para os cabo-verdianos - a constituição da Federação - causa que garantiu que seria levada a bom porto. Acrescentou ainda que tudo teria de ser feito dentro da legalidade ainda que para isso se tivessem de tomar algumas atitudes menos agradáveis para com aqueles que não a têm acatado ou a venham a ignorar no futuro. Pediu também que se, por desconhecimento, tivesse algum procedimento menos correcto que chamassem a atenção e sem quaisquer receios pois vivemos numa democracia. Explicou ainda que para se evitarem confusões tinha sido entregue a cada representante das associações legalmente constituidas uma ficha de voto que deveria ser exibida sempre que houvesse votações (de acordo com a lei só essas associações podem integrar a Federação).Com essa diligência ficava satisfeito o 1º ponto da Ordem de Trabalhos.

Seguiram-se diversas intervenções:

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